Eu me olho na inversão do olhar.
Longe da comumência externa,
Enxergo-me na profundidade interna
E consigo nessa visão me conceituar!
Eu trago à tona minha origem
- a verdade de todo meu princípio –
É um esforço de sacrifício
No saber de ser uma alma virgem.
Eu sou Filho da Luz, Filho da Luz!
Meus olhos não temem o escuro
Na minha volta ao futuro
Quando sonho e tenho emoções imortais!
E quando me procuro na busca da paz,
A luz que me descreve é a luz que me traduz!
Gilberto Costa
domingo, 14 de março de 2010
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